sábado, 19 de fevereiro de 2011

A INFLUÊNCIA DO TEMPO NO INDIVÍDUO NO PERÍODO MEDIEVAL

 No período medieval o homem começou a ser controlado pelo tempo e foi inicial  na igreja cristã  , o homem era livre  em suas práticas e  não havia o controle do relógio no seu cotidiano , e não eram determinadas pelo tempo - e sim pelos fenômenos naturais.

Começando através das missas e calendários porque as datas eram documentas  pelo período do rei, como ex: no período do rei josias - na biblía , e foram sendo introduzidas pelos monges a divisão do tempo em horas canônicas. 

Depois vem o sinos que nas badaladas momento do nascer do sol e  por do sol que era o momento da inicialização da missa o da oração e também o inicio eo termíno do trabalho sendo que o homem não vivia assim antes do período medieval.

E no século XIII surge o relógio mecânico e logo no século XIX surge o relógio individual e quem contruía era o monges dos monastérios , surgindo as primeiras práticas capitalistas.
Paralelamente com o emprego monástico do tempo , a partir daí tornando arcaíco , um emprego do tempo leigo , o do mercador.



livro: ''Uma civilização toma o corpo''
autor: Le Goff





                            ROMA 

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MAHATMA GANDHI ( A GRANDE ALMA)

GANDHI

Gandi faz parte de um dos grandes homens que eu admiro particularmente um homem que lutou de forma pacífica , protegendo sua cultura e sua nação e apesar dos cristãos protestantes terem envergonhado o evangelho ele disse para um membro "acredito no seu Deus, mas não no seu cristanismo '' um homem com uma grande mente que compreendia a revelação de Deus , e que na época foi  criticado mas hoje e compreendido pelos líderes e pastores.


''Churchill costumava chamá-lo de "faquir despido". Einstein era um de seus maiores admiradores. Martin Luther King inspirou-se nele. Mahatma Gandhi é um dos grandes homens do século XX''.

 





Em 2 de Outubro de 1869, nascia Mohandas Karamchand Gandhi, em Kathiawar, estado de Porbunder, na Índia, líder pacifista da humanidade e principal personalidade da independência desse país. Mais novo dos três filhos de Karamchand Gandhi (Kaba Gandhi) e sua esposa Putlibai. Kaba Gandhi foi primeiro ministro nos estados de Porbunder, Rajkot e Vankaner.
Em 1883, com apenas treze anos, contraiu matrimônio com a Sra. Kasturbai Makanji, que também contava com treze anos a época.
Formou-se em direito em Londres e, em 1891, voltou para a Índia a fim de praticar a advocacia.
Dois anos depois, vai para a África do Sul, também colônia britânica, onde inicia o movimento pacifista, lutando pelos direitos dos hindus.
Volta à Índia em 1914 e difunde seu movimento, cujo método principal é a resistência passiva. Nega colaboração com o domínio britânico e prega a não violência como forma de luta.
Em 1922, organiza uma greve contra o aumento de impostos, na qual uma multidão queima um posto policial.
Detido, declara-se culpado e é condenado à seis anos, mas sai da prisão em 1924.
Em 1930, lidera marcha para o mar, quando milhares de pessoas andam mais de 320 quilômetros a pé, para protestar contra os impostos sobre o sal.


Visitando a Inglaterra


O domínio colonial britânico durou mais de duzentos anos. Os indianos eram considerados cidadãos de segunda classe.
Em 1930, Gandhi viaja a Londres para pedir que a Inglaterra conceda independência à Índia. Lá, visita bairros operários.
"Sei que guardarei para sempre, em meu coração, a lembrança da acolhida que recebi do povo pobre de East London", diz Gandhi.
Ao retornar à Índia, é recebido em triunfo por milhares de pessoas, ainda que nada de muito significativo tenha resultado da viagem.
Gandhi anuncia à multidão que pretende continuar em sua campanha pela desobediência civil, para obrigar a Inglaterra a dar a independência à Índia. Os britânicos, outra vez, o mandam para a prisão.
Em 1942 o governo inglês manda para Nova Delhi Sir Stafford Cripps, com a missão de negociar com Gandhi. As propostas que Sir Cripps traz são inaceitáveis para Gandhi, que deseja independência total. Gandhi retoma a campanha pela desobediência civil. Desta vez é preso e condenado a dois anos de cadeia.
Quando Lord Louis Mountbatten torna-se vice-rei, aproxima-se de Gandhi e nasce, entre Gandhi, Lord e Lady Mountbatten, uma grande amizade.
Em 1947, é proclamada a independência da Índia, mas no verão desse mesmo ano, a hostilidade entre hindus e muçulmanos atinge o auge do fanatismo. Nas ruas há milhares de cadáveres. Os muçulmanos reivindicam um Estado independente, o Paquistão. Gandhi tenta restabelecer a paz e evitar a luta entre hindus e muçulmanos, aceitando a divisão do país e dando início a uma décima-quinta greve de fome. O sacrifício pessoal de Gandhi e sua firmeza conseguem o que nem os políticos nem o exército conseguiram: a Índia conquista sua independência e é criado o Estado muçulmano do Paquistão. A divisão atrai para ele o ódio dos nacioinalistas hindus.
Gandhi morre em 30 de janeiro de 1948, assassinado por um hindu. Estava com 78 anos. Lord e Lady Mountbatten, ao lado de um milhão de indianos, comparecem ao funeral. Parte de suas cinzas são lançadas às águas sagradas do Rio Jumna.
Em janeiro de 1996, parte das cinzas de Mahatma Gandhi é lançada no Rio Ganges, na cidade de Allahabad, local sagrado para os hinduístas. A cerimônia acontece no 49º aniversário de morte do líder pacifista.
Gandhi foi um pacifista convicto e sempre pregou uma doutrina de não-violência. Desejava que a paz reinasse entre hindus e muçulmanos; entre indianos e ingleses e entre toda a humanidade, por isso e muito mais, o "Mahatma Gandhi" permanecerá, para sempre, como símbolo da resistência pela NÃO-VIOLÊNCIA.


Mohandas Karamchand Gandhi, o conhecido "Mahatma" (A Grande Alma) estará para sempre, sem dúvida alguma, por suas palavras e atitudes, entre os homens que mais enobreceram a raça humana.





Sobre a Revolução Não Violenta de Mahatma Gandhi


 ''Gandhi continua o que o Buddha começou. Em Buddha o espírito é o  jogo do amor isto é, a tarefa 
de criar condições espirituais diferentes no mundo; Gandhi dedica-se a transformar as condições existenciais"
(Albert Schweitzer)
" Não violência é a lei de nossa espécie, assim como a violência é a lei do bruto.  O espírito, dormente no bruto, não sabe nenhuma lei que não a do poder físico. 
A dignidade de homem requer obediência a uma lei mais alta - a força do espírito ". 

(Mahatma Gandhi)
" Se o homem perceber  que é desumano obedecer a leis que são injustas, 
a tirania de nenhum homem o escravizará". 
(Mahatma Gandhi)
"Não pode haver nenhuma paz interior sem o verdadeiro conhecimento ".(Mahatma Gandhi)
"Para a autodefesa, eu restabeleceria a cultura espiritual.  A melhor autodefesa, e a mais duradoura, é a autopurificação ".(Mahatma Gandhi)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

''PELADOS''

Pelado!


Está e a visão que o europeu tinha do brasileiro e alguns tem ainda ,  somos canibais , burros , sem cultura , mas digo que somos o único país transcultural e adotar várias nações e eu não sou burro!.Apesar de termos dificuldades com a tribos índigenas ainda temos índios ao contrario deles.

Mas a única falha que vejo  e de sermos pacífícos , só tomamos postura quando não existe outra forma , e esta questão de liberdade de expressão  e da burguesa para interesses próprios na ditadura e  outra história.

Nós se relacionamos com todos os povos sem nenhum tipo de preconceito e o melhor absorvemos o conhecimento , as músicas ,cultura e adptamos para nós e muito mais . Temos mais consiência ambiental do que os povos ''evoluídos'' .

Como Sérgio Buarque de Holanda falava sobre a idêntidade do Brasil  para termos a nossa própria idêntidade , vejo que foram várias absorvidas não só de portugueses.

A colonização no brasil foi de exploração como : madeira , ouro ,especiarias e índios mortos .
E somos explorados até hoje por não termos um postura forte na política externa e não valorizamos nosso produto que e exportado, o importado e muito caro ,chegou a hora de ser firme e  Patriota .
Apesar do mercosul ser istó valorizar os povos da américa , mas e sempre barrado pelo G4.


''Orgulho de ser do interior''
(Rogério Augusto)


'' Brasil  em ti vejo transceder  como as aves que sobem , tua história vejo aonde meus olhos chegam e através dos meus avós escuto histórias do campo e tenho orgulho de onde vim , o ar que respiro e invejado pelos povos a fertilidade da sua terra gera nações em ti sempre quero estar meu Brasil ''
                                                                         (Rogério Augusto)




   BRASIL

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MEDITAÇÃO E REFLEXÃO


MARCAS E FERIDAS

A misericórdia de Deus me acompanha e sua graça , lembro –me quando o conheci a ele nunca pedi riquezas somente o conhecer a Deus e ter intimidade com o espírito santo ser um referêncial  , mas pela religiosidade não enxergamos como  Jesus enxerga o mundo .  tenho feridas  que foram curadas mas que ficaram cicatrizes marcas em minha história  , sonhos ,ideais, para um bem em comum que foram destruídos  ,mas para Deus não porque  e ele sabia dos meus objetivos e ele não me desamparou  me ama mesmo quando me corrompi com a luxuria do pecado desacreditado de que não haveria pessoas que quisessem  mudar uma história de uma nação e pessoas que somente só queriam saber delas  e que eu não conseguiria . As pessoas não são máquinas de trabalhos que são obrigadas a produzir para o cristianismo , mas são homens que se compadecem para  ajudar o perdido que só o espírito santo convence , líderes que cobram como se fosse ele que transformasse a pessoa e criar uma identidade que só Jesus pode fazer .                                      

‘’Eu acredito Deus que existe como mudar’’




terça-feira, 28 de dezembro de 2010

''SHOFAR''



                                                
                                               shofar ( beleza ou trombeta)

Shofar:

E feito do chifre do carneiro macho  , a passgem biblíca de referência dos judeus para ser utilizado o shofar e quando Abraão ao sacrificar Isaque apareçe um carneiro preso pelos chifres  (gênesis 22.13) . Agora um alerta nunca apreça com um berrante na frente de um judeu e toque ele em israel ou na igreja , lembra eles do bezerro de ouro, e são muitos radicais e você pode ser insultado não substitua o berrante pelo shofar e um instrumento histórico e para adorar a Deus. 
E não era feito de bronze como em fotos de estudos biblícos, naquela época era o shofar  . 
E por isto que a terra esta enchendo de shofar para que conheçamos seu som, e ele era utilizado para adorar  na casa de Davi e instruções ao povo de Deus .

Além  de ser o primeiro instrumento de sopro utilizado pelo homem ''eu tenho um também''. Ele e considerado pelos judeus um instrumento profético , utilizado ate hoje e o primeiro toque foi realizado por Deus em  ( exôdo 20.18) ''... sonido da buzina...''  os judeus falam que era a dor de Deus os gritos dele pelo homem ter se separado dele adorando o bezerro de ouro ''expressando seu sentimento''.


TOQUES BIBLÍCOS:


tékia : este toque eo do arrependimento ou pode ser utilizado para convocação (joel 2. 15 ao 17)  e para convocar o povo a se santificar e chorarem e este toque longo quando tocado pareçe o grito de Deus e ele e longo.

terúa: abati ou arrebati em algumas traduções era o toque para avançar ,são oitos toques seguidos era utilizado nas guerras  (juízes7. 15 ao 20).

shevarim : e o da promessa este e utilizado nos velórios dos judeus quando ele esta sendo enterrado eles dão o toque do shevarim lembrando que ao toque da trombeta os mortos irão ressuscitar      (1 tessalonicenses 4. 16 )

mashar:   longamente ate o fim do folêgo ( josúe 6.5)



ATOS PROFÉTICOS

Os reis eram ungidos quando o shofar era cheio de oléo e derramado em suas cabeças (1samuel 16 . 13) quando Davi foi ungido rei. 
 Quando caiu as muralhas e as lutas de Gideão e muito mais.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

sérgio buarque de holanda

 Sérgio  Buarque de Holanda

BIBLIOGRAFIA:
Nasceu em 1902 e faleceu em 1982 seu pai funcionário do estado  levou uma vida urbana (boêmio) sua formação superior foi em direito , mas começou  sua carreira como critico literário e jornalista e posteriormente professor da escola de sociologia e política e era muito indisciplinado.

Em 1930 passou a investir em educação superior,  por ter participado da semana da arte moderna em 1922  que se discutia  a identidade brasileira os obstáculos para o desenvolvimento para o progresso e as formas de vencer o atraso no Brasil que era  economia agrária.

Sergio  B . de  Holanda queria levar o conhecimento do povo brasileiro sair da mãos de seus conquistadores e mostrar as desigualdades , heterogeneidade  étnica ,  heranças de escravismo , etc...
Passou a defender a inclusão de negros , índios , mulheres , pobres, os marginalizados da sociedade oligárquica  dos quais deverão ser integrados a sociedade brasileira .

Estava  preocupado a conhecer a singularidade do Brasil  sua obra era racional, conceitual , documentada, interpretativa, erudita ,objetiva, intuitiva ,literária e artística . A diferença de Dilthey e Weber  e que Sergio B. de Holanda distingue conhecimento da natureza e o conhecimento da sociedade e realiza a compreensão  adequada ao conhecimento do mundo social , ele tem uma visão do Brasil teórica social Weberiana pela primeira vez no Brasil.

Pensava no futuro e na identidade do Brasil e busca  a tornar – se Pós portugueses  que o nosso mal  e a herança  , não a miscigenação  ser brasileiros .

Livro :
 Raízes do Brasil, obra símbolo de uma época, foi publicada em 1936

O capítulo 1 :

 caracteriza a Península Ibérica assinalando que o seu desenvolvimento, por se dar em um território fronteiriço, não ocorreu da mesma forma que em outros países europeus. Esse fato deu à região uma série de características peculiares, que seriam trazidas ao Brasil no bojo das grandes conquistas marítimas. Entre esses aspectos singulares estava a cultura da personalidade, na qual o apego pelo prestígio pessoal resultava na ausência de uma moral de culto ao trabalho, diferente dos países protestantes. Daí teria origem uma outra característica importante: a fraqueza das instituições e falta de organização social. Em contrapartida, o fato de os hispânicos não conceberem uma disciplina baseada em consentimento coletivo, gerava entre eles um paradoxal senso de obediência.

No capítulo 2:

 seguindo o paradigma das tipologias weberianas, são construídos os modelos do trabalhador e do aventureiro. O primeiro, único que poderia colonizar o Brasil justamente por possuir uma excepcional adaptabilidade, caracterizava-se por buscar novas experiências, ignorar fronteiras e viver de horizontes distantes. Já o segundo era marcado pelo esforço persistente, por conseguir tirar proveito das insignificâncias e ver antes a parte que o todo. A grande lavoura, principal unidade produtiva da colônia, se constituiu não com base em um plano preconcebido pelos portugueses, mas sim ao sabor das condições primitivas do meio. O uso de escravos foi a forma escolhida para o trabalho, o que também se adequava à repulsa lusitana pela atividade manual e contribuía para diminuir ainda mais a necessidade de cooperação entre os conquistadores.

Herança colonial, o capítulo 3:

tematiza a estrutura rural da sociedade colonial. O declínio da mesma se deu a partir de 1850 em função do fim do tráfico escravo, que era sua base de sustentação desde o século XVI. Nesse contexto, se estabelece uma nova dicotomia, a relação rural-urbano, que se manifesta igualmente no universo mental, onde a visão de mundo tradicional entra em conflito com valores modernos. O malogro de Mauá, em tempos onde o patriarcalismo e o personalismo eram hegemônicos, aponta para a incompatibilidade das estruturas nacionais com as práticas mais “industrializantes”. Aqui, a fazenda, vinculada a uma idéia de nobreza, ainda predomina sobre a cidade.

Estreitamente ligado ao capítulo anterior, “O semeador e o ladrilhador”, um dos mais brilhantes do livro, estabelece uma nova oposição. O espanhol, ou o ladrilhador, se caracterizava por tornar suas cidades um exemplo de racionalidade, onde a linha reta obtinha o triunfo. O semeador, ao contrário, representava o português, aferrado ao litoral, que construía cidades irregulares, nascidas e crescidas sem o mínimo planejamento. A origem desses traços lusitanos era explicada pelo seu desejo de fazer fortuna rápida, dispensando o trabalho regular.

5° capítulo:
 um dos mais discutidos, aborda alguns elementos que definiriam (não de forma absoluta) a identidade nacional. Apropriando-se de um conceito de Ribeiro Couto[1], Sérgio Buarque afirma que o "homem cordial" é resultado da cultura patrimonialista e personalista própria da sociedade brasileira. A nossa cordialidade enfatizava o predomínio de relações humanas mais simples e diretas que rejeitavam a polidez e a padronização, características da civilidade. A dificuldade de constituição de um Estado “civil” brasileiro se expressava no fato de que essa instituição não era (e não é) um prolongamento da família. A hegemonia de valores familiares e patriarcais, vinculadas também ao homem cordial, impedem uma distinção clara entre a noção de público e privado.

6° capítulo :  

debate as consequências da presença lusitana na configuração da sociedade brasileira, a partir da vinda da família real para o Brasil. Apesar do choque causado aos velhos padrões coloniais, a permanência do personalismo português determina alguns traços da nossa intelectualidade, ou seja, o conhecimento (superficial) era importante apenas na medida em que dava prestígio e diferenciação. O apego às idéias fixas e simplórias facilitava o trânsito do positivismo entre nossos pensadores. A decorrência disso na vida política correspondeu à ausência de um espírito democrático, demonstrando a necessidade de transformar o paradigma dos movimentos reformistas, feitos, até então, somente de cima pra baixo.

O sentido marcadamente político da obra aparece em “Nossa revolução”, onde o autor demonstra a diferença das revoluções ocorridas aqui na América em comparação com os movimentos europeus. E no caso brasileiro, apesar do urbano ir assumindo a sua independência em face do rural, esse processo ainda não está completo. Somente quando aniquilarmos as raízes ibéricas de nossa cultura e propiciarmos a emergência das outras camadas sociais, aí sim teríamos finalmente concluído a nossa “revolução”. É evidente, nos alerta Sérgio Buarque, que ao ocorrer esse processo, as resistências conservadoras poderão surgir, no entanto, ainda podemos acreditar que uma democracia efetiva se concretize na América Latina. E é pela defesa desse ideal que o caráter político de Raízes do Brasil salta aos olhos em seu último capítulo, finalizando um trabalho de peso na nossa historiografia.
‘’ a formação do carater do brasil depende de portugal”
sentido eos  ritmos da revolução brasileira:


um ritmo lento, revolução transitória de sociedade rural , rígida por privilégios ,familiar natural para uma sociedade urbana  o rompimento com o estatuto colonial .
A sociedade brasileira formou-se mal pois a colonização portuguesa  foi desastroza  - ao contrario de capistrano  sergio b. De holanda  afirma que o espirito  brasileiro vai para as cidades .


Refêrencia   historiografica   são quase semelhantesa  a de WEBER E MARX



 Periodo de transformações:

Caio prado jr e Gilberto freire  e Sergio b . de holanda ( formação do brasil comtemporaneo)  tiveram grande importancia.


CRITICA :

TINHA  INFLUÊNCIA  POLITICA  , POR BUSCAR  A MODERNIZAÇÃO INDUSTRIAL  E FUTURAMENTE GETULIO VARGAS AJUDOU FUNDAR A USP EO PETROLEO  .
BUSCA EM SAIR DO ARCAICO PARA O MODERNO.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

maias e o povo de israel

israel ( jeruzalem)
mexico ( Teotihuacan  )


o mesmo dilúvio que ocorreu com noé  registrado na biblia , ocorreu no mesmo tempo com os maias e estão registrados os acontecimentos em suas piramides , e relatam gigantes também  na sua região.